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Mostrando postagens com marcador viagem econômica. Mostrar todas as postagens
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Depois de Potosí o destino era Sucre, a penúltima cidade dessa viagem. Fiquei apenas uma noite aqui, mas acho que foi suficiente depois de quase 15 dias viajando pela Bolívia. Veja aqui o planejamento e a rota dessa viagem.

Sucre é a capital constitucional da Bolívia (La Paz é a capital administrativa onde há a sede do governo). Não pesquisei pra saber ao certo qual a diferença entre uma e outra, mas em suma, o presidente mora e trabalha em La Paz.

Sucre é conhecida como "a cidade branca" pois tem diversas construções branquinhas, principalmente no centro histórico. A cidade foi fundada em 1538 e foi palco de muitos fatos importantes, como a independência do país, por exemplo. 

A cidade é uma charme e senti um clima bem diferente das outras cidades. Aqui me pareceu tudo mais calmo, tranquilo, embora fora da região histórica vi as mesmas cenas das outras cidades bolivianas: ruas desorganizadas, sujas, barulho, bagunça. A rodoviária  é um caos (assim como as outras rodoviárias por onde passei...). Mas o centro histórico parece outra dimensão! Ah, e aqui em Sucre eu fiquei no melhor hostel dessa minha viagem! Super recomendo o Villa Oropeza! Bem localizado, barato, confortável e lindo!

Como fiquei pouco tempo em Sucre não tenho muito o que falar. Vou fazer um resumo do que conheci:

A Plaza 25 de Mayo é a principal no centro histórico. É uma praça toda charmosa cheia de árvores e flores. 





Ao redor da praça há importante prédios como a Casa da Liberdade, local onde foi proclamada a independência da Bolívia e onde hoje é um importante museu. Além disso, foi aqui também que Simon Bolivar escreveu a primeira constituição da Bolívia. Há um tour guiado pelo museu, vale muito a pena fazer!

Pátio da casa da liberdade
Ainda na praça 25 de Maio há a Catedral Metropolitana e o Palácio Nacional.

Catedral

Palácio
Partindo da Plaza 25 de Mayo, subindo uma senhora ladeira, chega-se ao mirante da Recoleta, um ponto alto na cidade onde é possível ter uma vista incrível da cidade. Junto aos arcos do mirante há um restaurante bem turística e uma feirinha de artesanato.
Sucre vista do alto



Voltando para o centro histórico há a Arqueria da Plaza de las Cruzes e na mesma praça a Igreja de São Francisco.

Algo que curti bastante fazer em Sucre foi ficar passeando pelas ruas do centro. As construções são lindas!
  

Restaurante italiano pertinho da 25 de Mayo


Algo que senti diferença aqui foi no preço das coisas. Hospedagem e comida eram mais caros que em outras cidades (principalmente comida!). Não lembro exatamente o preço mas fiquei um pouco assustada depois de ter ficado mal acostumada por pagar tudo tão barato em La Paz, hehe.

Sobre o clima: visitei Sucre em julho, pleno inverno. O clima é seco e frio, MUITO frio! A cidade está a 2.800 metros de altitude, então é de se esperar um frio desses. A noite fazia algo em torno dos 5 graus, mas de dia ficava um calorzinho bom (de no máximo 15 graus), já que o sol predominava o tempo todo.

Eu já estava bem cansada da viagem e querendo voltar para casa, por isso não fiz muita coisa aqui em Sucre. Notei também que tirei poucas fotos. Apesar disso curti muito a cidade! Estava precisando de um lugarzinho calmo assim pra descansar um pouco principalmente por que no dia seguinte iria encarar uma viagem de 16 horas de ônibus para Santa de Cruz de la Sierra (a pior viagem da viagem!). Venho contar no próximo post como foi o fim desse mochilão pela Bolívia.


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Depois de 4 dias em La Paz parti para Copacabana. Fui de ônibus. A viagem dura cerca de 4 horas e na rodoviária de La Paz há diversas empresas de ônibus que fazem esse trajeto. É possível também pegar uma van e pagar um pouco menos, mas acho meio perigoso.
Além de pegar o ônibus é necessário pegar uma balsa. Em certo ponto o ônibus para, todos descem e compramos o ticket da balsa. O ônibus atravessa o lago em uma balsa e os passageiro em outra. Nessa hora é preciso ficar atento em qual ônibus você estava para não se perder ao chegar do outro lado.
Parada para a balsa

Novamente não havia reservado hostel lá. Fui na coragem e meu plano era procurar hostel assim que chegasse lá. Durante a viagem conheci um rapaz alemão que me recomendou um hostel. Acabei não ficando neste porque encontrei outro na mesma rua por um preço mais em conta. Fiquei 2 noites no Puerto Alegre Hostal.

Copacabana é uma cidade pequena. Os hostels e hotéis ficam praticamente todos na mesma região, então não tem problema ficar em um hostel um pouquinho afastado da rua principal.

Copacabana faz fronteira com o Peru, então também é rota de turistas. O nome Copacabana vem do dialeto Aymara, e significa "Vista do lago". Antes da chegada dos colonizadores Copacabana foi berço da civilização Inca. A cidade realmente tem um energia muito boa. Lá as pessoas não vivem na correria, como em La Paz. É tudo muito tranquilo. A vista do lago é uma das melhores coisas. Sair de La Paz e chegar em Copacabana foi um alívio pra mim. Não que eu não tenha gostado de La Paz, pelo contrário, adorei, mas sair daquele caos e ficar 2 dias nessa cidade tão aconchegante foi fantástico. O lago é gigantesco! Cerca de uma hora antes de chegar em Copacabana já era possível avistá-lo. 

O caminho para Copacabana é deserto!

No caminho, o lago!

Rua principal
Na beira do lago
Depois de encontrar o hostel fui comprar passagem para a Isla del Sol para o dia seguinte. Os barcos partem de manhã e voltam no fim da tarde, mas é possível ficar hospedado na ilha. Importante saber que o último barco parte da ilha para Copacabana por volta das 15h. Então se você pretende ficar mais tempo para ver o pôr do sol da ilha procure um hostel assim que chegar lá. 

Passeei pelo centrinho, fui até a igreja Nossa Senhora de Copacabana. É monumental! Nossa senhora de Copabana é padroeira da Bolívia, então o povo tem uma fé muito grande nela. A igreja é antiga, foi construída em 1560, sendo reconstruída quase um século depois. Em frente a igreja há algumas barraquinhas onde vendem artesanato.

Igreja


Logo depois subi o Cerro Calvário. A subida nesse morro é super íngreme e bem difícil tanto por causa da inclinação quanto pela altitude de Copacabana (3.800 m). Durante a subida há marcado as estações da Via Sacra. A vista lá de cima é incrível e vale super a pena todo o cansaço.


Vista na subida do Cerro
A vista do topo


Chegando lá no topo me deparo com uma cena triste: muito lixo! Garrafas de cerveja, latas, papel, tudo jogado e deixado no morro. Pelo que percebi é a própria população que faz isso. Sobem lá, bebem, comem e deixam o lixo. Gente, um lugar abençoado daquele, lindo, cheio de história! Fiquei triste mesmo!

No dia seguinte fui para a Isla del Sol. O barco demorou um pouco para partir e a viagem até a ilha dura cerca de 2 horas. Cheguei na parte norte. Chegando lá a maior confusão: muitos turistas e guias "organizando" os grupos para fazer o tour pela parte norte. Ao chegar é preciso pagar a entrada na ilha. Achei que esses guias faziam parte desse pagamento, mas não. No fim do tour eles nos dizem que devemos pagar um valor a parte. Achei muita sacanagem não falarem isso antes. Essa trilha pode ser feita sem guia, já que é bem demarcada. Pelo caminho vamos subindo e tendo uma vista mais linda que a outra. Há ruínas da época dos Incas, como mesa de sacrifícios e casas. 







Depois de um tempo temos que voltar depressa para o mesmo ponto de onde chegamos para pegar o barco em direção à parte sul. Quem preferir pode ir caminhando, mas são cerca de 3 ou 4 horas de trilha. Preferi pegar o barco, já que o sol estava queimando e eu estava bem cansada. Além disso não sei se conseguiria chegar na parte sul a tempo de pegar o barco, pois não ia passar a noite na ilha. Peguei o barco e fui pra parte sul, onde há restaurantes e hotéis, e muuuito turista! Era fim de semana, acho que por isso a ilha tava tão lotada. Isso meio que quebrou um pouco o encanto da ilha. Onde quer eu eu fosse havia gente!

Parte sul

Comi alguma coisa, descansei e peguei o barco de volta para Copacabana. Cheguei por volta das 17h e fiquei um tempinho na praia para ver o por do sol. Mesmo estando um pouco nublado a vista era incrível. 

De volta à Copacabana. Por do sol na beira do lago
Era inverno e apesar do sol a pino por volta do meio dia, no fim da tarde esfria muito! Não lembro a temperatura, mas fazia muito frio. No dia seguinte voltei para La Paz pela manhã para pegar o ônibus a noite para Uyuni, mas isso eu conto no próximo post.

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Essa foi outra viagem feita em 2011, no início de dezembro. 
Fui para Bruges de ônibus, com a Eurolines de novo. Dessa vez parti da cidade de Utrecht, na Holanda. O ônibus parou em Breda (Holanda), Bruxelas (Bélgica) e finalmente, depois de 5 horas de viagem, cheguei em Bruges.

Para quem não conhece, Bruges é a capita da província dos Flandres, na Bélgica. A língua mais falada por lá é o holandês. É conhecida como "A Veneza do norte", devido ao grande número de canais que a cidade possui. Eu chamo Bruges de gracinha, porque é uma cidade muito linda, quase cinematográfica. Tudo é tão lindo, tão arrumado, tão perfeito que parece que estamos em um cenário de filme. É, eu me apaixonei por essa cidade.

Fiquei apenas um fim de semana por lá. Cheguei em uma sexta feira no fim da tarde fui embora domingo a tarde. Logo que cheguei deixei minhas coisas no hostel e fui fazer o walking tour, a noite, com muito frio e resfriado. Mas sobrevivi, e adorei. 

Não posso dar muitos detalhes sobre a cidade porque não lembro e porque fiquei pouco tempo por lá. Mas aqui vão os lugares que conheci:

Praça do mercado ou praça central (Grote Market) - é uma das principais praças de Bruges, e no inverno, entre novembro e março, abriga diversas barraquinhas do Mercado De Natal, vendendo comida, bebida e coisinhas típicas dessa época do ano. 

Do lado oposto à essas construções lindas há a torre dos sinos (The belfry of Bruges, ou Belfort). A torre medieval, datada do ano de 1240, tem 83 metros de altura, e para subir ao topo é necessário encarar seus 366 degraus! 
vista da torre
A torre por fora.
fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Belfry_of_Bruges#mediaviewer/File:Bruge_Belfry.jpg

A Basílica do Sangue Sagrado é outro ponto turístico muito visitado. A igreja abriga uma relíquia que foi entregue pelo Conde de Flandres em 1250: uma garrafa onde supostamente há o sangue de Jesus dentro. Há duas capelas dentro da basílica, datadas do século XII, que mantem-se abertas ao público com missas periodicamente. Aliás, no dia que visitei a basílica, a missa foi rezada em inglês, francês e holandês!

As capelas da Basílica
Para mim, a melhor parte de Bruges são suas ruas. Passear nesta cidade é uma experiência única. É tudo muito lindo!

Atrás do gatinho, a torre dos sinos

Um dos canais de Bruges, a noite.
Ruelas medievais, casas fofas <3

Outra coisa legal pra se fazer em Bruges principalmente no inverno, é aproveitar para comer e beber. Lojas de chocolates e cervejas são facilmente encontradas, á que esses dois itens são típicos da Bélgica.
Muito chocolate

Muita cerveja
Dica gastronômica: é obrigatório você provar a batata frita belga com maionese. É uma delícia, e os belgas se orgulham em dizer que essa foi uma invenção deles! É fácil achar a batata em qualquer barraquinha na rua.


Vida noturna: Bruges tem muitos bares, pubs e restaurantes para todos os gostos. Eu não saí para badalar na noite de Bruges, mas percebi que os estabelecimentos ficam abertos até umas 23h. 

Hospedagem: há para todos os bolsos e gostos. Eu fiquei no hostel St. Christophers, um dos mais baratos de Bruges. Achei super legal o fato de ter um bar embaixo do hostel, e que pertence a eles. O lado ruim é que quem fica nos quartos com janela para a rua, ouve o barulho da banda do bar. O café da manhã é servido neste bar também. O quarto que eu fiquei era amplo e bem limpo, com armários com cadeado para guardar as coisas. Infelizmente roubaram meu chinelo lá. Deixei embaixo da cama, saí para turistar e quando voltei, tinham levado. Com certeza foi alguém do grupo que estava no quarto quando cheguei, e fizeram check out no dia em que cheguei. Enfim, nunca pensei que roubariam meu chinelo!
Os banheiros do hostel não eram muito limpos, mas no geral, gostei do hostel e recomendo. A localização é muito boa. Dá pra fazer muita coisa a pé.

Museus: Bruges tem muitos museus, dos mais variados temas: de artes, de história, museu da lâmpada e até museu da batata frita!

Neste site aqui tem muitas dicas (em inglês) sobre Bruges. Se você tem interesse em conhecer essa cidade pesquisa bastante antes de ir. Apesar de ser pequena, Bruges tem muita coisa pra se ver e fazer!


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Hoje vou contar sobre a viagem que fiz para o Caribe, em fevereiro de 2014.

Pra quem não sabe, a Colômbia tem uma uma parte no mar do Caribe (eu não sabia!!), e um dos lugares é a ilha de San Andrés, onde passei 9 nove dias. Descobri esse paraíso de destino por uma dica do site melhores destinos. Achei uma mega promoção da TAM para Cartagena e San Andrés, e escolhi San Andrés. Infelizmente não parei em Bogotá, porque fui burra de não ter escolhido a parada no ato da compra. Fui tentar fazer isso depois e o preço era absurdo. No fim, só passei umas horinhas no aeroporto de Bogotá para fazer a escala para San Andrés. Dica: leve uma blusa, pois passei muito frio esperando o avião. Saí de São Paulo com mais de 30ºC, cheguei em Bogotá com 13ºC.

San Andrés é um lugar lindo, incrível, e é conhecido por ter o mar de 7 cores. Nessa época do ano quase não chove, e o clima é muito agradável. É quente, mas nada comparado com o calorão que fazia em São Paulo na mesma época. Achei o clima muito gostoso!

Eu nunca estive e outra ilha do Caribe, mas se compararmos San Andrés com outras ilhas, essa é uma das mais baratas (pra não dizer a mais barata) de todas. Não tem toda aquela infra estrutura de resorts e hotéis de luxo como há, por exemplo, em Cancun ou Punta Cana. Posso dizer que San Andrés tem um estilo mais rústico.

Johnny Cay
Essa ilha na foto acima é Johnny Cay, uma das atrações principais de San Andrés. Johnny Cay é uma ilhota que fica a alguns minutinhos, indo de lancha. Nesta ilhota há restaurantes, lojinhas de souvenirs e claro, praia. É um lugar lindo. Pena que em alguns pontos há muita sujeira como restos de latas e garrafas.
Não lembro exatamente quanto custou o traslado de lancha, mas ficou algo em torno ao equivalente a R$20,00 (ida e volta).


O lugar é bem cheio. Tive sorte de conseguir tirar a foto acima sozinha.
Antes de chegar a Johnny Cay, fizemos uma parada no "aquário", outra ilhota onde a água é limpíssima. Ótimo lugar para prática de snorkeling. Infelizmente não vi muitos peixes la... No local alugam máscaras de snorkel e sapatinhos para andar no mar, pois há muitas pedras e corais, que podem machucar os pés. Eu recomendo comprar uma máscara e sapatinhos de entrar na água, pois são bem baratos e novos. Não acho muito higiênico alugar esses itens....

Aquário
Visitei também Cayo Bolivar, outra ilhota que fica mais longe, cerca de 40 minutos de lancha. A lancha sai de manhã e passamos a tarde na ilha. Por volta das 16h voltamos. É uma ilha deserta, onde a areia é incrivelmente branca, e o mar incrivelmente azul! 
Os organizadores do passeio levam almoço e bebidas para todos, pois não há nada lá, além de toda a beleza. O passeio com tudo incluso sai cerca de 200 reais, o que acho caro, pois em uma lancha vão quase 50 pessoas! De qualquer forma, Cayo Bolivar é incrível também!

Cayo Bolivar
Como San Andrés é pequena, há poucas praias. Há um lado da ilha onde não há praia, apenas pedras. Uma das praias que mais visitei foi a Peatonal, pois ficava bem perto do meu hostel. Esta praia é mais urbanizada, tendo uma calçada com lojas e barraquinhas vendendo bebidas, além de ter um mar calmo e uma faixa bem rasa, parece uma piscina! 

Praia Peatonal e sim, o mar é dessa cor!
uma das pontas da paia Peatonal

A região de San Luis é outra área boa para banho. A areia é mais fina, e as praias são mais calmas. Há muitos hotéis nessa região. Ainda nessa área há uma ilhota chamada Rocky Cay. É possível chegar nela caminhando pelo mar, onde a água não passa da cintura (ou do peito, para os baixinhos como eu!).
San Andrés é um bom lugar para fazer umas comprinhas, como perfumes, cremes, bebidas e outras coisinhas que encontramos em free shops, pois a ilha está isenta de impostos. Eu mesma comprei várias coisinhas para revender aqui, hehe. A foto abaixo é uma das ruas de compras na hora do almoço. Eles tem um horário bem diferente de funcionamento. Fecham das 13h as 15h, e reabrem até as 21h. Esse é um local mais chique de compras, por isso está tão arrumadinho e limpinho assim. As outras ruas de compra são mais tumultuadas.

Outro passeio legal é alugar um carrinho de golf para dar uma volta na ilha e ir parando aos poucos nos pontos turísticos. Dois pontos principais do lado oposto da ilha é o olho soprados (El ojo soplador) e West View. O ojo soplador é um buraco no chão de onde sai um jato de água. Quando a maré está baixa sai apenas vento. Eu peguei maré cheia e fiquei ensopada!

El ojo soplador

West View é também como uma piscina, ótimo para snorkeling. Há um trampolim e um tobogã. Aqui sim há mais peixes, e há também o "aquanautas", um mergulho com menos profundidade.
Ah, o preço do aluguel do carrinho de golf sai por volta de 60,00 a 80,00 reais por dia, e é possível levar até 4 pessoas nos carrinhos mais simples.

San Andrés é um lugar interessante para comprar itens de free shop com preço mais barato, como chocolates, perfumes, malas etc.
As lojas mais conhecidas são La Riviera, La Perfumerie, President.
O comércio é bem intenso por lá, e tem um horário de funcionamento bem diferente do nosso. As lojas fecham na hora do almoço (por volta das 13h, não lembro muito bem), e reabrem as 15h, permanecendo abertas até as 20h/20h30. Eu paguei tudo com pesos colombianos, mas a maioria das lojas aceita dólares também.

uma das ruasde compras
Fiquei hospedada no hostel El Viajero. É barato, bem localizado, tem café da manhã incluso e é muito limpinho. O único porém é o barulho a noite. Há um bar no último andar onde colocam música a partir das 22h, e só acaba pra lá das 2h da manhã. 

Não posso falar muito da culinária local, pois a maioria das refeições eu fiz no hostel, comprando coisas no supermercado. O que posso dizer é que achei a comida local sem tempero e gordurosa. Muitos dos pratos são fritos (peixe, frango...). Algo interessante na culinária deles é que normalmente te servem uma sopa antes do prato principal, e tomar sopa no calor é algo meio estranho, hehe.
Uma coisa que eu gostei bastante foi o Patacón, que  é basicamente banana verde frita. Eu achei uma delícia! Eles também servem bastante arroz de coco, que é típico da costa caribenha. É um arroz preparado com leite de coco, e pra mim não tinha gosto de nada. Não gostei. Normalmente você pode escolher que quer arroz branco o esse de coco.

Para ir a San Andrés não é preciso nem passaporte. Basta apresentar o RG para entrar na Colômbia. É aconselhável tomar a vacina da febre amarela, porém, ninguém pediu o comprovante na imigração.

Bem, é isso...achei que ficaria entediada por ficar mais de uma semana em uma ilha, mas me enganei. Essa foi mais uma viagem que fiz sozinha. Por sorte conheci gente bem legal no hostel e nos passeios que fiz, então quase não fiquei sozinha. O povo colombiano é muito amável e acolhedor. Conheci colombianos muito queridos. Adorei a viagem! 








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